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riscos_e_rabiscos

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Whati...? What's Up...?

 

Estou a ensinar aos meus meninos as profissões e os respectivos locais onde elas são exercidas, bem como os verbos que designam a acção da correspondente profissão. Perceberam? Não? Já vão perceber a seguir.

 

Mandei ler, em voz alta, umas frases do livro para depois poder explicar como se fazia a frase interrogativa no Present Simple. Toda a gente leu muito bem e certinho. Saltei para o quadro com o intuito de esmiuçar aquilo tudo e explicar o porquê da coisa.

 

Às tantas, peguei nas seguintes frases:

A firefighter puts out fires.

A pilot flies a plane.

 

Comecei a ouvir uma risotinha. Pensei com os meus botões "querem ver que disse algum disparate e não dei por isso" e prossegui. Voltei a pegar nas frases para explicar os verbos e de novo mais risotinha.

Olhei para a loira mais linda lá da escola, mas cuja inteligência é proporcinalmente inversa à beleza, e percebi tudo! Aquela linda cabecinha não dá para grandes coisas mas para a malandrice já dá e bem!

 

Assim que a menina ouviu dizer "putaut" (put out) e a explicação de que um piloto "não voa" um avião mas sim pilota-o, portanto é o verbo pilotar, ficou com as hormonas aos saltos e com fernicoques nos dentinhos e desatou a rir-se. O mais caricato é que me pareceu que os outros não atingiram a coisa. Hihihihi!

 

Já viram isto?! Uma pessoa já não pode explicar nada inocentemente pois é logo apanhada pelas mentes malandras destas gentes pequenas. Está tudo doido, é o que é! Já não me bastava o jardim zoológico! Err... só uma curiosidade... dois habitantes foram para o céu mas já há outro novo habitante... :/ Ah, e não me esqueci do prometido post sobre o zoo... não tenho é tido inspiração suficiente para o postar. Mas há-de aparecer...

 

 

Como? Whar? Comment?

 Não resisti a colocar aqui uma situação sui generis que ouvi toujours. Aqui na city where eu vivo, não é muito comum encontrar tourists ou emmigrants,
principalmente aqui neste place. Probably no centro da city, nesta altura do year, encontremos some. A city não tem propriamente historical monuments que despertem o interest. Nevertheless, não significa que não hajam alguns emmigrants por aqui escondidos.
Today cruzei-me com une famille. Ia a minha casa water the plants – antes que elas morram e o N. me mate nextwhen je ouvi o seguinte:
 
- Tony, “dá-me” la main.
 
Continuei a descer a street a ouvir uma grande espanholada atrás de mim, ao mesmo tempo que pensava sur aquilo. Achei strange mas não conseguia perceber porquois.
Fiat Lux! Fez-se luz na minha pobre molécula fried e cansada! É que os meus ouvidos não estão habituados àquelas words.  
After, a information foi processada no meu brain e lá percebi que after all não era nada mais, nada menos do que une famille de “avecs”.
This lembrou-me a story do cousin R., passada na praia: “Jean Michel tu vas tomber! Eu não te disse que ias cair f*d*p*?!?” Pérolas dos nossos dears “avecs”!
 
Pardon my French” pelos erros que possa ter dado no franciú. Já aprendi no século passado. O Inglês é a minha “segunda” língua e há dias em que pareço uma “avec” a misturar inglês e português sem dar por nada. Am I going insane? Hummm…